O bem-estar que vem da natureza

A naturopatia vem sendo explorada como uma nova forma de entender o corpo, a mente e o espírito e, por meio desse conhecimento, tratar doenças, condições crônicas, fazer prevenções e, até mesmo, reeducar a alimentação.  Assim, como a naturoparia compreende diversas terapias — cromoterapia, cristais, acupuntura, auriculoterapia, entre tantas outras —, é importante saber como cada uma delas funciona.

Origem
O padre alemão Sebastien Kneipp é apontado como pioneiro da naturopatia depois de ter criado, na Alemanha, um centro de “cura pela água” — hidroterapia — onde tratava várias doenças. Por sua vez, foi o terapeuta alemão Benedict Lust, que afirma ter sido curado por Sebastien Kneipp, o responsável pela difusão da naturopatia no mundo ocidental, por volta de 1892. Apesar de ter surgido apenas em 1902, a palavra “naturopatia” é bem mais antiga, remontando à expressão grega “pathos” e “natura” que significa “doença da natureza”.

Daniel reforça que o aumento na procura por terapias que tenham um apelo natural, com uma visão holística da vida e do ser humanoDaniel reforça que o aumento na procura por terapias que tenham um apelo natural, com uma visão holística da vida e do ser humano

O método tem como princípio tratar o indivíduo em toda a totalidade, com cuidados para o corpo, a mente e o espírito. Dessa forma, identifica profundamente as causas da enfermidade para, só assim, chegar a uma técnica e um tratamento. De acordo com Daniel Alan Costa, naturopata, acupunturista, especialista em Bases de Medicina Integrativa do Albert Einstein, e membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies), a terapia naturopata objetiva evitar qualquer procedimento que prejudique o paciente, portanto, trata-se de uma técnica não invasiva. Todos os métodos e produtos utilizados diminuem o risco de efeitos colaterais e indesejados. O naturopata, portanto, pode ser considerado como um professor que reeduca os pacientes e os conscientiza de que eles são responsáveis pela própria saúde e cura.
Por isso, o profissional da área trabalha o atendimento de maneira diferenciada, observando e avaliando o paciente de maneira individual. Por meio do conhecimento e da prática adquiridos com as especializações, o naturopata escolhe as terapias mais adequadas àquele indivíduo para colaborar de maneira segura com o equilíbrio tão desejado.

Daniel conta que, em um universo cada vez mais mecanicista e de apelo materialista, há a necessidade de buscar o equilíbrio da forma mais natural possível. “Esta necessidade já é percebida por muitas pessoas, que acabam não encontrando na alopatia e nas terapias convencionais as respostas satisfatórias para suas queixas, sejam elas físicas, emocionais, mentais ou espirituais. É por conta desta necessidade que observamos, cada vez mais, a procura por terapias que tenham um apelo natural, com uma visão holística da vida e do ser humano”, esclarece o especialista, que também é coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia da UNIP e coordenador geral dos cursos do Sol Instituto Terapêutico/INESP.

Como a terapia naturopática trabalha em ensinar o corpo que ele pode curar a si próprio, ela pode ser realizada para o tratamento de qualquer tipo de doença. Vale lembrar que a naturopatia segue o princípio hipocrático: tratar o ser e não a doença. Deste ponto de vista, qualquer pessoa, independente da doença que apresenta, pode ser tratada com a técnica, mesmo que em conjunto com a medicina convencional, porém, a medicina natural se antecede a esse ponto. “Tão importante quanto o tratamento é a prevenção. Para isso, o profissional buscará as causas e as origens das doenças que serão tratadas, colocando os efeitos em segundo plano”, ensina Daniel.

Os benefícios desses tratamentos são inúmeros, pois promovem o equilíbrio interior, a consciência corporal, a redução do estresse, o alívio de sintomas e o reestabelecimento do bem-estar do corpo. A boa prática preza por não correr riscos prejudiciais aos tratamentos convencionais e é necessário avisar o médico alopata sobre os tratamentos complementares que se está fazendo. Vale lembrar que, assim como os resultados dos tratamentos tradicionais dependem das condições de cada paciente, o mesmo ocorre com a medicina natural. Cada caso é um caso e deve ser tratado de forma muito particular. Outro ponto crucial é a técnica utilizada naquele determinado paciente: cada um tem o seu tempo.

Mais fortalecida
Há pouco mais de um ano, Andréa Capello passou por um momento bastante difícil, acometida por uma depressão. Adepta da homeopatia, primeiro buscou tratamento no método, mas não estava surtindo efeito, provavelmente por conta do estágio avançado da doença. A recepcionista não queria mais se alimentar, tinha náuseas, sentia dor no peito e sufocamento. “Eu estava muito debilitada e isso já estava afetando o meu físico”, conta. Através de uma indicação, Andréa procurou a massoterapeuta Bárbara Duarte, que uniu diversas terapias em busca de um tratamento eficaz: shiatsu, aromaterapia, cromoterapia e óleos essenciais. No início, fazia sessões semanais. Hoje, apesar de todos os resultados positivos, participa de encontros quinzenais para se manter equilibrada. “Ainda não estou totalmente livre porque os problemas que desencadearam a depressão não foram todos solucionados, mas estou muito mais fortalecida. É gratificante olhar para trás e ver o tanto que melhorei”, conta Andréa.

Os tratamentos
O tratamento receitado leva em conta tudo o que o paciente menciona na consulta e não apenas as queixas atuais. O objetivo principal é sempre o de estimular as defesas naturais para que o próprio corpo volte a funcionar naturalmente, corrigindo o que não está bem, eliminando toxinas e motivando os processos metabólicos.  As terapias compreendem:

• Acupunctura
• Aromaterapia
• Arteterapia
• Biofeedback
• Cromoterapia
• Dieta de
desintoxicação/jejum
• Dieta orgânica/
vegetariana
• Fisioterapia
• Fitoterapia
• Geoterapia
• Hidroterapia
• Hipnoterapia
• Homeopatia
• Iridologia
• Massoterapia
• Meditação
• Musicoterapia
• Oligoterapia
• Osteopatia
• Psicoterapia
• Reflexologia
• Sonoterapia
• Suplementos
alimentares
• Técnicas de
respiração
• Terapia
antroposófica
• Terapia ayurvédica
• Terapia floral
• Terapia vibracional
• Trofoterapia

Feliz e saudável
Há mais de 20 anos, Eliane Vieira Mendes faz acompanhamento com Florais de Bach, com o qual obteve sucesso em situações de ansiedade, insônia e medo pós-trauma. Neste último caso, também recebeu tratamento com cromoterapia e homeopatia, o que possibilitou que saísse do quadro de depressão em poucos meses. Hoje, faz acompanhamento somente com os florais. Eliane também é reikiana e voluntária no Núcleo de Reiki Clara de Assis. “No trabalho que executo, é gratificante acompanhar a melhora das pessoas. Mesmo os mais céticos conseguem relaxar e até dormir na maca, recebendo todos os benefícios do reiki”, comenta. Paralelo a isso, Eliane pratica, diariamente, a meditação, que proporciona tranquilidade e equilíbrio para as situações diárias de estresse. “Antes de utilizar as práticas, eu era uma pessoa muito irritada, nervosa, sem paciência e, consequentemente, esse quadro se refletia para doenças no corpo físico. Hoje, sou muito mais feliz e saudável”, conclui.

Compartilhando benefícios
Desde bebê, Livia Martins de Oliveira já recebia massagens de shiatsu da mãe. Aos quatro anos, conheceu os benefícios da acupuntura. Ao longo da vida, experimentou diversas outras terapias naturais: cromoterapia, meditação, terapia ayurvédica, entre outras. Mais recentemente, até sua gata foi tratada com Florais de Bach. Livia é formada em Publicidade e Propaganda, e Letras, com pós-graduação em Marketing, mas, depois que descobriu ser celíaca e intolerante à lactose, decidiu se dedicar ao universo da gastronomia, fazendo doces sem glúten e sem lactose. “A ideia não é vender doces, mas ajudar as pessoas a ter prazer sem se prejudicar”, salienta. Todo esse cenário contribuiu para que buscasse ainda mais conhecimento em tratamentos naturais. Este ano, Livia iniciou um curso de naturopatia e, cada vez mais, tem descoberto as maravilhas que esse universo pode proporcionar. “Essas terapias renderam tantos benefícios a mim que quero compartilhar com outras pessoas também”, finaliza a doceira, que pretende aplicar as terapias, principalmente a ayurvédica, quando terminar o curso.

Fonte: https://www.reviders.com.br/edicoes/editoria/terapia-alternativa/o-bem-estar-que-vem-da-natureza/

5 maiores dúvidas sobre a Naturopatia

 

naturopatiaA Naturopatia vem sendo explorada como uma nova forma de entender o seu corpo, mente e espírito e, por meio desse conhecimento, tratar doenças, condições crônicas, prevenções e, até mesmo, reeducar a alimentação. Dessa forma é importante saber a fundo como cada uma delas funciona: cromoterapia, cristais, acupuntura, auriculoterapia, entre tantas outras.

As técnicas têm como princípio tratar o indivíduo em toda sua totalidade, com cuidados para o corpo, mente e espírito. Dessa forma, identificam profundamente as causas da enfermidade, para só assim, chegar a uma técnica e um tratamento. O Naturopata pode ser considerado um professor que reeduca os pacientes e os conscientizam que eles são responsáveis pela própria saúde e cura.

Para entender melhor o que é Naturopatia, Daniel Alan Costa, Naturopata e Especialista em Bases de Medicina Integrativa do Albert Einstein, esclarece mitos e verdades sobre o termo.

1- A Naturopatia é obrigatoriamente ligada ao lado espiritual?

Não. O profissional trabalha o atendimento aos clientes de maneira diferenciada, observando e avaliando o paciente de maneira individual. Por meio do conhecimento e prática adquiridos com as especializações, o naturopata escolhe as terapias mais adequadas àquele indivíduo com o objetivo de colaborar de maneira segura com o equilíbrio tão desejado pelos clientes.

Em um universo cada vez mais mecanicista e de apelo materialista, há a necessidade de se buscar o equilíbrio da forma mais natural possível. Esta necessidade já é percebida por muitas pessoas, que acabam não encontrando na alopatia e terapias convencionais as respostas satisfatórias para as suas queixas, sejam elas físicas, emocionais, mentais ou espirituais. E é desta necessidade que observamos, cada vez mais, a procura por terapias que tenham um apelo natural, com uma visão holística da vida e do ser humano.

2- Os tratamentos com Naturopatia são mais demorados?

Como já sabemos, os resultados dos tratamentos tradicionais dependem das condições de cada paciente. O mesmo ocorre com a medicina natural. Cada caso é um caso, e deve ser tratado de forma muito particular. Outro ponto crucial é a técnica utilizada naquele determinado paciente. Cada uma tem o seu tempo.

3- Os tratamentos de Naturopatia são invasivos?

A terapia Naturopata visa evitar qualquer procedimento que prejudique o paciente, portanto, trata-se de uma técnica não invasiva. Todos os métodos e produtos utilizados diminuem o risco de efeitos colaterais e indesejados.

4- Posso fazer tratamentos tradicionais e Naturopatas ao mesmo tempo?

 

Os benefícios desses tratamentos são inúmeros, pois promovem o equilíbrio interior, a consciência corporal, a redução do stress, o alívio de sintomas e o reestabelecimento do bem-estar como um todo. A boa prática preza por não correr riscos prejudiciais aos tratamentos convencionais e é necessário avisar o médico alopata sobre os tratamentos complementares que se está fazendo.

5 -Pode ser utilizada para todos os tipos de doenças?

A terapia naturopatica trabalha em ensinar o corpo que ele pode curar a si próprio, logo podemos dizer que sim. É possível realizar o tratamento para qualquer tipo de doença. A Naturopatia segue o princípio hipocrático, tratar o ser e não a doença, deste ponto de vista, qualquer pessoa, independente da doença que apresente, pode ser tratado com a Naturopatia, mesmo que em conjunto com a medicina convencional. Porém, a medicina natural se antecede a esse ponto. Tão importante quanto o tratamento é a prevenção. Para isso o profissional buscará as causas e origens as doenças que serão tratadas, colocando os efeitos em segundo plano.

Fonte: http://dicasmulher.com.br/5-maiores-duvidas-sobre-a-naturopatia/

Você conhece a naturopatia?

Dor de cabeça? Engole um analgésico. Ansioso por algo? Dois comprimidinhos calmantes devem resolver. Incômodo nas costas? Quem sabe uma injeção ajude. A sociedade atual vive um momento em que utiliza de remédios cada vez mais, sempre buscando por mais qualidade de vida. Por vezes, tornando-se dependente desses fármacos. Há, porém, outra corrente, a da busca da qualidade de vida através do natural.

Isso é a naturopatia, mas ela também pode ser denominado de outras formas. Antigamente era chamada de “terapias alternativas”, mais recentemente de “terapias integrativas e complementares”. Existem ainda termos como terapias holísticas ou naturoterapia. Todos esses nomes referem-se a um conjunto de técnicas que busca a saúde considerando as energias e a espiritualidade na doença e na cura.

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Daniel Alan Costa, naturopata
Crédito: banco de imagens

O Ibiá entrevistou o naturopata Daniel Alan Costa e esclareceu essa forma de buscar pela Saúde. Se para alguns a naturopatia ainda soa como desconhecida, Daniel esclarece que, mesmo sob diversos nomes, ela vem sendo utilizada ao longo de toda a história da humanidade. “Podemos dizer que a naturopatia emprega técnicas de apelo natural, recursos da natureza, plantas, aromas, cores, cristais, argilas, flores para trazer saúde e bem-estar aos indivíduos. Seu princípio é avaliar o indivíduo como um todo, considerando aspectos físicos, emocionais, mentais, sociais, relacionais, energéticos, psíquicos e espirituais”, destaca Daniel.

A partir desta avaliação, o profissional irá tratar o que incomoda o paciente com técnicas variadas. A naturopatia é considerada uma ciência ao passo que suas diferentes técnicas vem sendo cada vez mais estudados, no objetivo de confirmar seus resultados. Daniel exemplifica citando a meditação, que nos últimos 15 anos, através de um grupo mundial de pesquisadores, teve demonstradas as modificações cerebrais que gera e, também, seu auxílio a neurociência convencional para entender mecanismos até então desconhecidos.

“Outro exemplo são os estudos sobre a ação fungicida e bactericida de alguns óleos essenciais, que se mostraram extremamente eficazes no combate a microrganismos. Uma das vantagens de se utilizar os óleos essenciais é que não há aumento da resistência destes invasores, o que os torna mais eficazes que os antibióticos convencionais comercializados atualmente”, diz o naturopata. Mas isso, ele frisa, não é o mesmo que incentivar o abandono das técnicas tradicionais. “Nenhum naturopata sério estimulará seu cliente a deixar de fazer o tratamento proposto pela equipe de saúde, muito pelo contrário, indicamos que nosso cliente busque outros profissionais sempre que identificarmos que seja necessário. Por isto, o termo integrativa, reflete melhor o objetivo, ao integrar conhecimentos e técnicas”, defende o profissional.

Há um universo muito amplo de técnicas que compõem a naturopatia, todas visando resolver desequilíbrios que manifestam-se primeiro num nível mais etéreo – energético, espiritual – para depois alcançar o físico. Entre as técnicas mais frequentes estão: fitoterapia, aromaterapia, cromoterapia, cristaloterapia, meditação, radiestesia, florais, musicoterapia e reiki.

Qual a formação necessária a um naturopata?
Para ser especialista em naturopatia é preciso respeitar a carga horária mínima exigida pelo Ministério da Educação (MEC) de 360 horas de formação a ser oferecida por uma Instituição de Ensino Superior credenciada pelo MEC. Além disso, há cursos específicos para trabalhar com cada técnica.

Prevenção e cura

Por considerar o origem das doenças, é natural que a prevenção esteja muito presente entre os que atuam com terapias naturais. “Mas isto não quer dizer que não possamos atuar na cura, isoladamente ou em conjunto com a medicina convencional”, destaca Daniel, que cita condições em que naturopatia auxilia quando a medicina convencional não gerou resultados.

Porém, não se pode prometer cura. “Assim como é na medicina convencional, a cura dependerá de inúmeros outros fatores e não somente das técnicas que ali estão sendo empregadas. Entendo que a cura é um caminho necessariamente individual, e somente a história e essência daquele Ser poderá nos mostrar se será ou não possível. Vemos muitos médicos decretarem a morte de seres, dando prognósticos fechados. Isto já é discutido dentro da própria medicina. Até que ponto posso eu dar este veredicto?”, defende Daniel Alan Costa.

Conjunto de técnicas que faz uso dos recursos da natureza para prevenir doenças e curar. Crédito: internet

Conheça as principais técnicas
Fitoterapia: é o estudo das plantas medicinais e suas aplicações na cura das doenças. Surgiu de forma independente na maioria dos povos. Na China, por exemplo, surgiu por volta de 3000 a.C., quando um imperador citou a propriedade da Cânfora.

Aromaterapia: é a utilização de óleos essenciais e outro tipo de fragrâncias com o intuito de melhorar o bem-estar físico e psicológico. O conceito contemporâneo de aromaterapia surgiu na Europa no início do século XX.

Cromoterapia: é a prática de utilizar cores na cura de doenças, a qual vem sendo utilizada pelo homem desde as antigas civilizações, com o objetivo de harmonizar o corpo, considerando que saúde e doença dependem do grau de harmonia na interação entre meio ambiente, corpo e mente.

Cristaloterapia: é o uso terapêutico dos cristais. Uma técnica médica alternativa na qual os cristais e outras pedras são usados para curar e proteger contra doenças. Os cristais atuariam como canais para a cura ao permitir que a energia positiva flua para o corpo.

Meditação: pode ser definida como uma prática onde o indivíduo utiliza técnicas para focar sua mente num objeto, pensamento ou atividade em particular, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional. O fato de envolver o controle respiratório também pode trazer benefícios à saúde em geral.

Radiestesia: é uma sensibilidade a determinadas radiações, como energias emitidas por seres vivos e elementos da natureza. Na saúde, através dessa técnica, seria possível descobrir a origem de determinada doença e orientar para tratamento e cura. Considerando, é claro, a origem da doença como um desequilíbrio energético.

Florais: terapia criada nos anos de 1920 pelo médico Edward Bach, homeopata, bacteriologista e imunologista. É uma terapia que pretende contribuir para o equilíbrio das emoções do paciente, reduzindo sintomas indesejados por ele.
Musicoterapia: é a utilização da música num contexto clínico, educacional e social para prevenção e apoio a problemas de saúde mental, promovendo qualidade de vida e bem-estar.

Reiki: a técnica tem por base a crença na existência da energia vital universal, manipulável através da imposição de mãos. Os praticantes acreditam ser possível canalizar a energia universal, a fim de restabelecer um suposto equilíbrio natural, não só espiritual, mas também emocional e físico. Existem dois ramos principais do Reiki, o tradicional japonês e o ocidental.

Fonte: https://jornalibia.com.br/cadernos/ibiasaude/voce-conhece-a-naturopatia/